As ostras denominadas por Portuguesas, segundo tudo indica, foram introduzidas na Europa pelas caravelas Portuguesas regressadas do Oriente.

 

Em 1868, estas ostras “Les Portugaises” povoaram a costa Francesa com o conhecido episódio do barco “Morlaisien”. Começa assim a História das Ostras Portuguesas, muito apreciadas em França, como em todo o mundo.

Ostreicultura no rio Sado nos anos 60

Ostreicultura no rio Sado nos anos 60

A nossa história

Século XVI

Quando as caravelas trouxeram a primeira semente.

As ostras hoje conhecidas como “Les Portugaises” chegaram à Europa pelas naus portuguesas regressadas do Oriente. Uma viagem que começou nas rotas marítimas e acabou nas mesas europeias.

1868

O início da viagem das ostras portuguesas para França.

Uma tempestade mudou para sempre a história da ostreicultura europeia. A bordo do Morlaisien, as ostras portuguesas chegaram às águas francesas e tornaram-se parte da memória gastronómica do Atlântico.

Anos 60–70

A primeira geração da família.

No estuário do Sado e do Tejo, 2.394,5 hectares de concessões empregavam quatro mil pessoas. Portugal exportava 30.000 toneladas de ostras por ano. A nossa família é uma das que fez parte dessa era.

Anos 70

O silêncio do Sado.

As ostras desaparecem do estuário. A actividade termina. Décadas de tradição apagam-se com as marés.

2011

O regresso à origem.

Observámos o ressurgimento natural das ostras no Sado e decidimos investir. Voltámos à origem com métodos novos: maternidades francesas, depuração em tanques exclusivos, certificação por embalagem.

Hoje

Três gerações.

Três gerações da mesma família, do Sado para Portugal e para o mundo. Nos melhores restaurantes e nas mesas de quem nos procura online.

Condições naturais ímpares

As costas Portuguesas são sem dúvida reconhecidas pela qualidade da água, quer a nível de nutrientes, quer de temperaturas amenas durante todo o ano. Estas condições permitem obter, em cerca de 2 anos, uma ostra de qualidade superior, denominada Spéciale.

 

Trata-se de uma Ostra de primeira qualidade a todos os níveis, com concha bem formada, nácar homogéneo e duro, nível de recheio superior a 15%, e sabor único, fresco e ligeiramente salgado).

 

Em 2011, observámos o ressurgimento das Ostras no estuário do Sado e resolvemos investir neste apaixonante negócio, usando métodos actualizados.

AGORA QUE SABE UM POUCO MAIS SOBRE OSTRAS, PORQUE NÃO PROVAR!

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